UM DIA OPACO
Foi um dia sem brilho. Opaco. Era 3 de abril deste ano. Quase solitária, no seu gabinete do Palácio do Planalto, a presidente Dilma Roussseff sancionava a lei que elegeu aquela data como o "Dia Nacional da Educação Infantil". Não houve solenidade.
Nenhum professor, nenhuma criança com uniforme escolar esteve presente. Naquela hora, os professores das escolas públicas de Brasília estavam nas ruas, fazendo barulho, atrapalhando o já caótico trânsito da cidade, enquanto milhares e milhares de crianças permaneciam em casa ou nas ruas, sem aulas, muitas com fome por falta da merenda, por conta de uma greve que paralisou o deficiente ensino público da capital do País.
Tudo por conta de uma greve que paralisou quase todo o ensino na rede escolar pública. Uma greve inconseqüente, orquestrada por lideranças sindicais que não perceberam ainda que os tempos mudaram no País.
Não se justifica que os professores de Brasília, que estão entre os mais bem pagos do país - reconhecemos que merecem mais - fechem as escolas, punindo milhares de crianças por algo que elas não fizeram. Já com quase um mês de greve, o saldo mostra que apenas os estudantes pagaram caro pelo movimento injustificável dos seus mestres. O governo não sofreu traumas maiores, pois logo a população passou a condenar os grevistas.
Os professores nada ganharam, pois é a própria lei que impede o aumento imediato de salários. No final - quando escrevemos a greve chegava a um mês - não vão ganhar grande coisa. E restará apenas um retrato bem claro de um movimento que só trouxe danos para a sociedade, com os professores trocando as salas de aula pelas ruas e o jaleco pela camisa do sindicato, que talvez seja vermelha de vergonha.
O 3 de abril não foi, sem dúvida, um dia de festa para a juventude de Brasília. O primeiro "Dia Nacional da Educação Infantil" passou em branco nas escolas escuras e vazias, como se elas estivessem fechadas em sinal de luto. Vamos torcer para que os próximos sejam datas de festa.
Coluna De Brasília/ Jornalista Rangel Cavalcante

Definitivamente, não existe racionalidade nisso aqui escrito de "Dia Nacional de Educação Infantil".Portanto, se eu pudesse dar um conselho ao povo daí, diria o seguinte o seguinte: cobrem apenas resultados do prefeito.Não cobrem coerência, que ele não tem, o que fala não sustenta, sou vítima desse elemento.O tempo será o responsável pelo sentimento que restará da população com essa bagunçada administração.
ResponderExcluirSoube que manifestação com os marchantes de Triunfo organizada por Cesanildo, deixou ontem o recinto lotado e trouxe resultado previsto.Parabéns César!
ResponderExcluirAqui na minha escola fiquei sabendo desse apoiado movimento e que outra razão de não aceitar a escola naquele lugar sujo é o risco da educação infantil ser contaminada.Aguardado para qualquer momento encontro entre o prefeito e os marchantes para depois abrirem o jogo sobre quem fica bem na fita.Recuar é preciso.
ResponderExcluirO Programa de Aceleração do Crescimento ( PAC) não tem feito jus ao nome quando o assunto é saneamento.Tudo haver com educação infantil, porque tem existem escolas sem a menor condição de higiene.
ResponderExcluirFala-se muito em Educação Infantil, deviam era aumentar a preocupação em fornecer a merenda escolar mais saudável aos alunos do município, com produtos da agricultura familiar frequentes.Nossos alunos durante esses meses ficaram na saudade, vieram receber apenas semana passada.É fraca demais essa administração.
ResponderExcluirADMISTRAÇÃO FRACA? QUE NADA É PESSÍMA,PIOR PREFEITO DOS ULTIMOS 70 ANOS.
ResponderExcluirSou mais doutor Luciano que tudinho junto.A oposição só tem uma cambada de maluco.
ResponderExcluirinfantil sou eu que não roubo. na prefeitura só tem cobra criada
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