Não foi bonito o momento canastrão da CPI, com a doleira Nelma Kodama cantarolando Amada Amante, e, com o sorriso cínico do credo na impunidade, tentar um gesto de remota (quase) sensualidade mostrando os cofres da calça jeans em que depositou 200 mil dólares em fuga. Ficou a impressão de que carece urgente de um analista. Não se sabe se pretendeu provocar a família do ex amante ou desmontar a solenidade da Comissão, ou os dois.
Na vez do Luiz Argôlo, o cara abriu a Bíblia para repetir que os “humilhados serão exaltados”. Apesar de nascida no livro sagrado, desconfio muito dessa assertiva, mas isso é outro assunto. O fato é que não se aplica ao depoente. Com a crista em baixa, só falta converter-se para a melhoria da imagem, manobra comum a muitos criminosos.
Na fila, o André Vargas também filosofou afirmando que “injustiças se corrigem com tempo”. Sábias palavras, provavelmente se lembrando do episódio em que, cavalgando a vice-presidência da Câmara, provocou e constrangeu o Ministro Joaquim Barbosa, diante de câmeras nacionais. Agora, de fato, corrige-se a injustiça.
E o Pedro Corrêa, hein? Parece não entender porque o Lula ainda não foi preso. Moi aussi, Pierre!
Para fechar, as portas do outro inferno podem estar prestes a se abrirem com a possível delação premiada do dono da UTC, Ricardo Pessoa, amiguíssimo do Lula e arquivo contemporâneo vivíssimo das coisas da corrupção brasileira. Há quem diga que se abrir o verbo, o Pedro Correia terá as respostas.
Rodapé: consta que um Secretário de Estado de São Paulo, sentado à mesa com o Lula e a dilma, no último casamento com direito a panelaço e apitaço, teve dois celulares furtados, enquanto foi cumprimentar uns amigos. Sem outros comentários.
Foi ridículo!!!
ResponderExcluirFoi ridículo!!!
ResponderExcluirCom o dinheiro do povo, é fácil ser uma amada amante...
ResponderExcluirEssa justiça brasileira deveria procurar ressarcimento desse bando de ladrão e não das empreiteiras, que eram obrigadas a pagar propina ou não seria aprovado o contrato das obras, o pais está parado.Nosso país, hoje é um país que só fala-se em CPIs e a cultura é roubar.
ResponderExcluirRomeu Timóteo