sexta-feira, 6 de março de 2015

DILMA ESTÁ EM PLENO PERIODO DA COLHEITA - POR LUIZ SAUL



Pra que se preocupar com inimigos, se a dilma já tem os seus ministros, cada um mais atrapalhado e desarticulador?

Agora foi a vez do Cid Gomes, da Educação, aquele que parece não gostar de professores. Esse desavisado foi ao Pará, e talvez imaginando que as notícias não chegariam por aqui, desancou os deputados da Câmara Federal, tachando a sua maioria (300,400) de achacadores. Esqueceu que tem coisas na República que a gente sabe, imagina, avalia, mas não pode verbalizar, ainda mais quando se faz parte do universo dos mesmos.

O resultado natural da reação à “infelicidade” verbal do Cid foi o de afiar ainda mais as garras do Eduardo Cunha, que, abespinhado em nome dos colegas, promoverá uma convocação a que o Ministro da Educação tome-se da mesma e vá ao plenário, explicar a fala e, em última instância identificar os achacadores a que se referiu. Saia justa braba!

Não precisando mesmo de inimigos, a dilma segue vítima da desarticulação da sua equipe, colecionando derrotas como, por exemplo, a aprovação da PEC da Bengala, a qual, ao estender para 75 anos a compulsória dos ministros do STF, barra a acalentada intenção de nomear 5 dos novos membros da Corte, e sonhar com um indefinido handcap em futuras demandas. Sonhar não custa.

À parte isso, como a demonstrar toda a inépcia, a equipe do chamado núcleo duro foi incapaz de captar a insatisfação do parceirinho Renan que desaguou na devolução da MP da oneração das folhas de pagamento das empresas. Fico aqui pensando o que a dilma falou ao Mercadante, ao Pepe Vargas e ao Rosseto após essa derrota.

A fragilidade de histórico, de prestígio e de conteúdo de muitos dos ministros escolhidos expõe as dificuldades para a manutenção do pedestal da governante, ainda mais quando se tem os corvos agourentos da CPI da Petrobrás, além das outras que virão, e a lista do Janot sobrevoando o Planalto. Não é sem motivo que alguns dos ministros em tão pouco tempo de investidura já se encontram dentro da frigideira em fogo baixo.

Além disso, vem por aí uma possível derrubada do veto sobre a correção do Imposto de Renda se ao longo desses dias não houver uma adequada negociação no sentido de tornar minimamente palatável o percentual a ser corrigido em correspondência com a inflação apurada. 

Chama-se isso o período da colheita.



Por Luiz Saul Pereira


ATRAÇÃO DE SÁBADO NA CACHAÇARIA - NÃO PERCA!


COMEMORANDO OS ANIVERSARIANTES DA SEMANA - PARABÉNS!


01 de março

Joana Moraes
Fábio Santos
Neuma Lima

02 de março

Claudio Henrique
Pablo Ruam Alves


Deocleciano Ribeiro
Marieta Beserra
Debora Lorhane


03 de março

Allan Ferrugem
Pio Alves Carneiro
Roberta Moraes
Alessandra Magna
 04 de março


Marli Candido
Patricia Pereira
Sidney Alves
Lavinia Pádua
Antonio Carlos
Evilin Lima
Aparecida Xavier
Thereza Cristina

 05 de março

Inês Sueli Rodrigues
Cyntia Trindade
Felipe Mimôi
Fabio Biazzi
 06 de março

Vera Diniz
Ademir de Souza
Antonio Siqueira
Josenilson Goes
Beatriz Rodrigues
Francisco Cicero
Adriano Campos
Joice Emanuelle
Maraiza Santos

TRIUNFO SEM DÚVIDA É ALGO MAIS

Nada custa lembrar que ao chegar em Triunfo, o visitante mergulha num clima de encantamento que o remete aos primeiros tempos da colonização triunfense. A beleza de seu conjunto colonial junta-se ao clima serrano e seu entorno verde, trazendo vida e movimento para o recanto histórico e os variados artistas que moram na cidade e fazem das suas ladeiras estreitas o palco da criatividade.

Para entender a diversidade de opções, a riqueza artesanal e artística do lugar a reconhecida hospitalidade dos seus habitantes, é preciso relaxar e procurar aos poucos conhecer um pouco das passagens do território triunfense fundado, não por acaso, pelos índios"Cariris" e descoberto muito tempo depois por catequistas membros da Igreja Católica  comprometidos na evangelização.









 


quinta-feira, 5 de março de 2015

FICA A IMPRESSÃO QUE TODOS PERDERAM - POR LUIZ SAUL




No resumo dessa terça feira sem lei, fica a impressão de que todos perderam;

Perdeu o Renan quando teve o nome incluído no rol dos beneficiários da Operação Lava Jato, ainda que a lista não haja sido oficialmente divulgada. A sua reação consistiu em novamente bater de frente com o Governo, ao devolver à origem a Medida Provisória versando sobre a oneração das folhas de pagamentos das empresas, cujo rito foi considerado inconstitucional. 

Perdeu o Eduardo Cunha, que também consta extraoficialmente pertencer à mesma lista, e que já houvera perdido quando a reação popular e dos partidos o obrigara a desistir da medida atrabiliária de conceder a aero bolsa às esposas dos deputados. Não se tem notícia da sua reação, por enquanto. 

Assim, perdeu o Senado Federal e a Câmara dos Deputados que têm as respectivas imagens manchadas pela atuação dos seus titulares, os quais certamente se não puderem negar as relações espúrias com as verbas irregulares, dirão que foram concedidas oficialmente, com a prestação de contas à justiça eleitoral, etc. Mas, ficará o selo.

Perdeu a dilma, ao ter inusitadamente devolvida a Medida Provisória acima aludida, como a demonstrar que os tempos mudaram e que as relações com o Congresso obedecem a um novo tipo de ordem diferente do carneirismo até aqui praticado. A sua reação no intento de assegurar o recolhimento das mesmas receitas consistiu em produzir a substituição da MP por um projeto de lei para transitar em regime de urgência urgentíssima, de forma a obrigar o Congresso a priorizar o exame. Restará saber o resultado da avaliação de congressista sublevados. 

Perderam também as empresas, apesar do fôlego momentâneo da devolução da MP, mas que poderão ser igualmente sacrificadas com os novos impostos através da eventual aprovação do projeto de lei a ser encaminhado pela dilma.

Em consequência, perderá a classe assalariada que será visitada pelo desemprego.
E perdeu, ainda, o criminoso Cesare Batisti, beneficiário da irresponsabilidade do então presidente Lula, que lhe concedeu visto de permanência no Brasil, na contramão do entendimento do STF considerando a admissibilidade da extradição. A Juíza Adverci Rates, de Brasília, manteve a concessão ao visto, mas considerou que o criminoso, estando em situação irregular por aqui, pode ser deportado para um dos últimos países de origem, México ou França. A reação será judicial e de pose de coitadinho injustiçado pela justiça italiana. A medida poderá ainda acenar para uma perda para o Pizzolato.

Perdem Kassab e Marina Silva, que com as novas medidas de contenção política da Câmara não poderão fundar os seu partidos. Aliás, a Marina dançará novamente.
A relação das perdas será suplementada quando a lista for divulgada com mais 52 envolvidos. 

A depender da janela de observação, algumas perdas podem ser consideradas ganhos.


Por: Luiz Saul Pereira

SESC MOVIMENTA PROGRAMAÇÃO ESPECIAL PARA CELEBRAR O DIA DA MULHER

SAIBA COMO O DOLAR ALTO AFETA A ECONOMIA BRASILEIRA


A escalada do dólar comercial, que cruzou nesta quarta-feira (04/03), pela primeira vez desde agosto de 2004, a barreira dos 3 reais, pode gerar efeitos positivos e negativos na economia brasileira.
Para a indústria nacional, pode significar um aumento das exportações – e ajudar o Brasil a equilibrar a balança comercial. Em fevereiro, o país teve déficit de 2,8 bilhões de dólares, o maior para o mês desde 1980.
Se a atividade industrial aumentar, gera-se mais empregos: produtos importados mais caros podem dar força a itens nacionais. Porém, as indústrias podem ter dificuldades para importar insumos e, se tiverem dívida em dólar, vão pagar mais caro para saldá-las.
Ao mesmo tempo, a alta do dólar pode pesar no bolso do consumidor, com o aumento da pressão inflacionária e o encarecimento de viagens ao exterior e alguns produtos.
Afetados devem ser, sobretudo, itens importados – como carros e bebidas – ou que têm insumos comprados no exterior. Exemplos são pães e biscoitos, já que grande parte da farinha de trigo usada no Brasil é importada de Argentina e EUA.
"No atual cenário de instabilidade, todos perdem, já que nossos maiores exportadores veem o preço de seus produtos caírem em proporções maiores que a alta do dólar", afirma José Kobori, professor de finanças do Ibmec/DF. "E essa alteração no câmbio influencia negativamente uma inflação já galopante, prolongando ainda mais uma política monetária contracionista."
Opção segura
O mercado financeiro foi tomado nesta semana por uma onda de compras, com investidores recorrendo à segurança da divisa americana diante da escalada da queda de braço entre governo e Congresso sobre o ajuste fiscal.
Além disso, há temores sobre a nota do grau de investimento do país – representantes da agência de classificação de risco Standard and Poor's (S&P) já estão no Brasil para começar as avaliações. Em meio às incertezas, é o dólar que sente com mais força a aversão ao risco.
A economista Cecília Melo Fernandes explica que, no curto prazo, a alta do dólar deve gerar impacto no cenário econômico brasileiro principalmente por meio de pressões inflacionárias, que já se encontra num cenário crítico.
"Os preços livres e as commodities estão se desacelerando, e isso alivia um pouco o efeito do câmbio na inflação no curto prazo. Porém, se essa trajetória se interromper, haverá a necessidade de implementar uma política monetária ainda mais austera", afirma Fernandes. "E isso vai gerar impacto nos investimentos, no desempenho econômico, que já está fraco, e consequentemente nos empregos no médio e longo prazos."
Fatores internos e externos
A subida do dólar é influenciada por fatores internos e externos. No Brasil preocupam, além do impasse sobre o ajuste fiscal, a desaceleração da economia; a inflação acima da meta do governo federal; e até um possível racionamento de água e energia.
No exterior há preocupações com a crise na Grécia e a possível elevação da taxa básica de juros nos EUA, o que geraria uma redução de fluxo de capitais no Brasil. Como os títulos da dívida americana ficarão mais atrativos, há uma antecipação do mercado aos sinais do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) e da economia americana, como a taxa de emprego favorável.
No Brasil, o último Boletim Focus, divulgado na segunda-feira, reflete o pessimismo do mercado financeiro. No documento, analistas estimam que o PIB terá retração de 0,58% em 2015 e que a inflação subirá a 7,1%, acima da meta estabelecida pelo governo, de 6,5%.
"O dólar tem respaldo no cenário externo e na atuação do Banco Central. Houve um reflexo da sinalização do BC de uma menor intensidade na renovação dos contratos de swapcambiais que vencem em abril", afirma Fernandes. "Essa sinalização reforçou as expectativas de que haverá uma menor intervenção, de forma gradual, no mercado daqui para frente."
O novo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmou em janeiro que o governo federal não continuaria a valorizar o câmbio de forma artificial. Com a desvalorização do real, disse Levy, o governo federal pretende que os produtos brasileiros melhorem sua competitividade no exterior. A atuação do Banco Central no mercado está, assim, limitada a 100 milhões de dólares por dia.
Autor: Fernando Caulyt;
Edição: Rafael Plaisant
Fonte: MSN/ Estadão

CARTA À REDAÇÃO - POR WILLIAMS TERTO



As ações transformadoras podem começar a acontecer no dia em que esta gestão sem compromisso com a cidade passar a se preocupar com problemas urgentes que precisam de muita atenção. enquanto isso, a politicagem continua à solta. A campanha antecipada para a substituição deste gestor inoperante, perseguidor, que usa do abuso do poder, tem-se mostrada cada vez mais acirrada em visitas em sítios, distritos com a promoção de festinhas isoladas, com o oferecimento de bebidas e churrasquinhos no intuito de enganarem o povo novamente. Triunfo precisa acordar e botar para fora nas próximas eleições, todos aqueles que compactuam com esta gestão, com o gestor e com os legisladores que traíram a confiança do eleitorado. 


Precisamos de gente nova, de gente destemida e de gente que realmente saiba o que fazer para melhorar o município. Soube do desligamento do Secretário de Saúde e fiquei feliz porque o mesmo, depois de seis longos anos, não conseguiu por à saúde em ordem na cidade. Hospital continua entregue as moscas, os FSF continuam sem dar a atenção básica necessária e com isso, a população começa a encher o "hospital" para fazerem uma simples consulta o que é inexplicável. O médico plantonista tem que ficar dentro do hospital e não ficar esperando em sua casa ou em qualquer outro lugar que uma enfermeira ligue para dizer sobre a emergência. 


O médico do PSF tem obrigação de fazer os seu horário que é durante a semana inteira e isso inclui visita domiciliar que não acontece. A saúde é um verdadeiro caos, o turismo, cultura, educação, transporte escolar e tantas outras coisas mais continuam a envergonhar. Vamos eleger um gestor que realmente tenha comprometimento com a sociedade. Vamos eleger vereadores que deixem de ser calangos que balançam a cabeça ostentados pelo poder executivo. Chega de vender o voto por algo que temos direito. Deixemos o voto de cabresto para traz e poderemos ter outra cidade, o progresso.

POLÍTICA DE MEIO AMBIENTE TEM QUE MELHORAR






Depois de variados debates entre os poucos amigos que se interessam pela terra natal, chegou-se à verdadeira conclusão que preservar a natureza gera consequências que vão além da simples conservação de áreas verdes ainda existentes ao redor da atrativa Triunfo. Tudo isso termina implicando na melhoria do bem-estar da população triunfense, visitantes e turistas que frequentam a bela cidade denominada "Oásis do Sertão" de Pernambuco.

Para acontecer o desejado com sucesso integral, necessita responsabilidade administrativa, além de acreditar que para alcançar o foco determinado  se faz necessário a Prefeitura Municipal, através da sua Secretaria de Agricultura e Meio-Ambiente iniciar com a máxima urgência uma campanha abrangente que defenda nos quatro cantos da sede e nos distritos de Canaã e Jericó, garantir a cultura de paz e solidariedade.

A política de meio ambiente tem que ser construída com a visão de um desenvolvimento, econômico e social sustentável. Não dá para separar. A administração pública tem como estimular segmentos locais engajados em formas de produção mais limpas, que respeitem o verde no momento da execução de seus projetos temáticos,  sendo todos definidos apoiando a total sustentabilidade.











Acontece que o desenvolvimento sustentável, seja na saúde ( riachos, lagos, açudes, riachos, lagoas, barragens, poços e ruas limpas evitando a proliferação de doenças), na economia ( reciclagem de materiais traz menos gastos para as empresas, comércio e meio de vida para muita gente ) e no lazer ( parques, bosques, pátios, campos e praças, que são maneiras democráticas de divertimento), não existe.

Somente para citar essas três vantagens básicas destinadas a todos seres humanos.Aconselha-se ainda que aqueles que desejarem saber mais sobre o meio-ambiente, a dica é participar mais das respectivas atividades que a gestão pública atual necessita promover por intermédio do órgão representativo relacionado, sob respaldo de setores outros, alguns deles promovidos com caráter lúdico.

NOSSOS LEITORES PELO MUNDO!