
Denúncias chegam a este jornal OPINIÃO, que no entorno do açude (Lago João Barbosa Sitôneo) alguns moradores jogam dejetos residenciais no manancial, um fato que de forma alguma poderá acontecer. A poluição tudo indica tem reduzido a profundidade do lençol freático ao longo dos anos de 8 para 3 metros em pontos como nas proximidades da Ponte Manoel Gastão Cardoso, ajudada pelo assoreamento provocado por entulhos deixados das construções em plena via pública urbana. Isso é demais! Fazer uma limpeza ali não é nada fácil, vimos apenas duas nas administrações dos prefeitos José Veríssimo e Eduardo Melo, um aproveitando a construção do cais e o outro a estiagem que provocou grande seca. Os órgãos municipais precisam se unir (secretarias de Obras, Agricultura e Meio Ambiente) e agir com rigor. Chamem a polícia...
Tão bonito lago não ser respeitado é uma safadeza.
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