O tratamento da dependência do crack requer, sem sombra de dúvidas, internação na rede de hospitais psiquiátricos e clínicas especializadas. Porém, onde será que existe esta unidade de saúde mental na Região do Pajeú, para não citar as outras?
Pelo que consta: Triunfo, Serra Talhada, Flores, Carnaíba, Afogados da Ingazeira, Tabira, Calumbi, etc., não possuem e as unidades são subutilizadas. Quando acontecer algum caso mais complicado, vamos recorrer a quem?
Precisamos de uma política de saúde mental realista, científica, séria, que não exclua a psiquiatria, mas que a utilize intensamente de forma correta para se obter resultados satisfatórios. Muitas situações deverão surgir daqui pra frente com a extensão dessa praga do crack. Aguardem...

Parabenizo por abordar assuntos fundamentais.
ResponderExcluirAs leis e normas que regulamenta o manejo com os paciente usuario do crack e outras drogas existem,inclusive com o matriaciamento dos serviços como devem ser organizados, ou seja para onde deve ser encaminhado os doentes.
ResponderExcluirO que falta mais uma vez é o compromisso dos gestores de agirem com celeridade e compromisso.
Alias,vagas de leito nos hospitais, hoje são obrigatorio, se os gestores de saúde não sabem ou não querem, o Ministério Público está aí para garantir.Portanto,, olho vivo!!!
O crack já chegou aqui pra valer. No Alto do Cansanção, Bairro do Rosário tem uma boca. Cadê a polícia que não liga?
ResponderExcluirO que dá mais lá pelo campo da Encruzilhada é crack, só não de bola.
ResponderExcluirNão digam que a cidade encontra-se entregue aos caretas porque esses são inofensivos; digam a cidade encontra-se entregue aos picaretas, isso sim. E todos sabem quem são e nem se indignam.Tá tudo dominado!
ResponderExcluirE os carinhas da política daqui tão nem aí? Os viciados votam neles junto com suas famílias complicadas.
ResponderExcluirPolícia forte neles!
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