Salvo um agravo de acidente de percurso, o senador Renan Calheiros será o
presidente do Senado, enquanto o deputado potiguar Henrique Alves
tomará a cadeira de Marco Maia no comando da Câmara dos Deputados.
Tudo
bem acertadinho pelo governo com os companheiros da chamada base aliada
e engolido em seco pela presidente Dilma, que com os amigos que tem não
precisa de inimigos. Com esses acertos, o PMDB continua dono da bola e
do apito.
Manterá, além de Michel Temer na vice-presidência da República, o comando do Congresso Nacional. Nada será votado nas duas casas legislativas sem a concordância peemedebista. Traduzindo: os brasileiros não podem contar com qualquer mudança no cenário institucional do país.
Nada de reformas nada de modernização, nada de mudanças na Constituição e nas leis para conter a onda de corrupção, de incompetência e de impunidade que tomou conta do país desde o fim da ditadura militar e da promulgação da Carta de 88. As grandes de reformas como a da previdência, a do judiciário, a tributária, a eleitoral, a política e tantas outras continuarão nas relegadas ao esquecimento.
Os muitos artigos da Constituição pendentes de regulamentação pelo legislativo continuarão no limbo. Cercada por todos os lados, a presidente Dilma Rousseff continuará refém dos aliados, os caríssimos aliados. Não é difícil vislumbrar o que vem por aí. As leis penais e processuais continuarão as mesmas, dividindo os brasileiros entre aqueles que são cidadãos comuns e aqueles que não o são.
Não se pode contar com Renan e Alves para ajudar a mudar o país para O senador alagoano é figura carimbada. Basta lembrar que renunciou à presidência do Senado, para onde vai voltar consagrado, para não ser cassado por corrupção. Já o deputado Henrique Alves já tem mais de 40 anos nunca disse a que veio. Nem mesmo uma ficha suja soube conquistas.
Quase meio século de mandato e ele não produziu uma frase. Salvo a de que não vai respeitar a decisão do Supremo Tribunal Federal que determina a cassação dos deputados com condenados no escândalo do mensalão. Já é uma amostra do que pode se esperar dele.
Vamos repetir aqui: depois não botem a culpa na presidente Dilma. Ela está com as mãos atadas, é refém dos amigos de infância que acaba de conhecer. Não pode fazer nada contra esse rolo compressor que deturpa a democracia e que pode até tira-la do emprego.
E os milhões de culpados, os eleitores, fingem que não tem nada a ver com isso.
Manterá, além de Michel Temer na vice-presidência da República, o comando do Congresso Nacional. Nada será votado nas duas casas legislativas sem a concordância peemedebista. Traduzindo: os brasileiros não podem contar com qualquer mudança no cenário institucional do país.
Nada de reformas nada de modernização, nada de mudanças na Constituição e nas leis para conter a onda de corrupção, de incompetência e de impunidade que tomou conta do país desde o fim da ditadura militar e da promulgação da Carta de 88. As grandes de reformas como a da previdência, a do judiciário, a tributária, a eleitoral, a política e tantas outras continuarão nas relegadas ao esquecimento.
Os muitos artigos da Constituição pendentes de regulamentação pelo legislativo continuarão no limbo. Cercada por todos os lados, a presidente Dilma Rousseff continuará refém dos aliados, os caríssimos aliados. Não é difícil vislumbrar o que vem por aí. As leis penais e processuais continuarão as mesmas, dividindo os brasileiros entre aqueles que são cidadãos comuns e aqueles que não o são.
Não se pode contar com Renan e Alves para ajudar a mudar o país para O senador alagoano é figura carimbada. Basta lembrar que renunciou à presidência do Senado, para onde vai voltar consagrado, para não ser cassado por corrupção. Já o deputado Henrique Alves já tem mais de 40 anos nunca disse a que veio. Nem mesmo uma ficha suja soube conquistas.
Quase meio século de mandato e ele não produziu uma frase. Salvo a de que não vai respeitar a decisão do Supremo Tribunal Federal que determina a cassação dos deputados com condenados no escândalo do mensalão. Já é uma amostra do que pode se esperar dele.
Vamos repetir aqui: depois não botem a culpa na presidente Dilma. Ela está com as mãos atadas, é refém dos amigos de infância que acaba de conhecer. Não pode fazer nada contra esse rolo compressor que deturpa a democracia e que pode até tira-la do emprego.
E os milhões de culpados, os eleitores, fingem que não tem nada a ver com isso.
fonte: DE Brasília/ND

Aturar um comprovado bandido da espécie de Renan Calheiros ser novamente presidente do Senado é brinquedo não.Que país é esse??
ResponderExcluirRenan e Sarney dos ladrões que deveriam estar na cadeira elétrica.Duas desgraças dessas não morrem e vão pro inferno de vez.
ResponderExcluirEste comentário foi removido por um administrador do blog.
ExcluirDOIS CANALHAS DE MARCA MAIOR LIGADOS AO PT PRA ROUBAR A NAÇÃO.
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