sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

EXEMPLO DE FRANCISCO, O PAPA, O BOM - POR LUIZ SAUL


Já definido como um dos mais importantes personagens do século, o Papa Francisco segue desmitificando se não o sacerdócio, pelo menos parte dos sacerdotes. Mas, a sua atuação extrapola a Santa Sé.
 
Milagreiro, o sorridente e diplomático padre foi fundamental para o êxito do processo de reatamento EEUU/Cuba, iniciando o fim de uma perigosa intriga internacional que se arrastava há mais de meio século. 
 
Tolerante, batizou o filho de uma mulher solteira e uma filha de um casal que estava casado apenas em regime civil, rompendo assim a barreira da intolerância da sua igreja.

Inovador, conduz suas atitudes com um sorriso franco e bom humor jovial diferente do ranzinzo que normalmente caracterizou a maioria dos antecessores. Humilde, recentemente pediu perdão pelos erros cometidos por ele próprio e pelos colaboradores, em 2014.

Conciliador, busca a reunião de todas as crenças independentemente da divindade, além de acolher em seu pensamento toda a sorte de excluídos.

Crítico, na sua mais recente incursão contra a burocracia e a vaidade prelatícia, condenou as 15 doenças que identifica na alta hierarquia da Cúria Romana, das quais se destacam a avidez pelo acúmulo de bens, a doença do lucro mundano, a rivalidade e a glória vã, a doença dos covardes e síndrome da imortalidade.

Se nada mais fizesse, tê-lo-ia realizado com essa bandeira que nem reformista é, mas alertadora do atraso em que dormita a sua igreja em berço de ouro, mas distante da miséria de grande parte dos seus ainda fiéis.

Enquanto isso, seus adversários conservadores e inconformados com a perda do status de pequenos deuses terrenos chamam-no de bagunceiro e afirmam que a Igreja é um barco sem leme. São argumentos que não sensibilizam o mundo, depois dos exemplos patrocinados pelo Francisco, o Bom.

Em tempo: não sou católico, nem isso, nem aquilo.

 Por: Luiz Saul Pareira, sempre de bem com a vida...

 

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