segunda-feira, 16 de novembro de 2015

AUSÊNCIA DE SENTIMENTOS DE SOLIDARIEDADE E EMOÇÂO A GOVERNANTE - POR LUIZ SAUL

Presidente Dilma sobrevoa as areas atingidas em MG  e ES

Em qualquer país, estado ou município – inclusive no Brasil de antigamente – a ocorrência de desastre de grande proporção costuma ser seguida por providências de proteção e de amparo às vítimas, e principalmente pela presença física do mandatário maior, ainda que se dê de forma ornamental e publicitária. 

No entanto, na plenitude da insensibilidade, a dilma preferiu esperar uma semana sobrevoar as terras tragadas ou de alguma forma atingidas pelo tsunami de rejeitos minerais nas imediações de da cidade Mariana, em Minas. Consta que apesar do aconselhamento dos auxiliares para que apressasse uma visita, a madama decidiu esperar primeiramente saber a apuração de quem era a responsabilidade pelo desastre.


Reconhecendo a minha limitação de inteligência, não consigo vislumbrar nexo entre o desabrigo inopinado da população e a decisão de minimamente assisti-la com a enganosa presença.


Pior que isso, a minha compreensão mediana não alcança o porquê de, no limite do desamor ao próximo, a comandanta, ao se pronunciar sobre o desastre, aludiu, em primeiro lugar à pesada multa que orientou a ser imposta à empresa responsável pela barragem de rejeitos, ao ressarcimento dos prejuízos e a recuperação do meio ambiente. Em nenhum momento referiu-se ao povo, às vítimas do acidente.

Pode ser que no momento seguinte ao longo de uma reflexão e do aconselhamento pós-visita, a mandi-Oka produza algum conserto da sua incontinência verbal. Mas, tenho cá o meu convencimento de que, apesar do esquecimento do povaréu, e da limitação ao aspecto patrimonialista, tudo não passou de mais um teatro, como já aconteceu em situações anteriores.

Com efeito, nos desastres acontecidos na área serrana do Rio de Janeiro, também no Morro do Bumba, e no Vale do Itajaí, anualmente repetidos em consequência do excesso de chuvas, a mulher também sobrevoou as cenas, prometeu soluções, dinheiros, salários isso e aquilo para a recuperação dos bens, e até hoje nada aconteceu. 

A serra carioca e o Morro do Bumba continuam destruídos; a gestão temerária dos prefeitos da região continua impune; os ex-moradores continuam sem teto e recebendo, com atrasos, um salário aluguel inexpressivo e vai por aí. Já no Vale do Itajaí, o pessoal continua somente esperando o próximo desastre pluviométrico, que, aliás, é quase garantido ano a ano.

Esta é uma avaliação particular a respeito da frieza, da indiferença e até do desrespeito com que, na minha percepção, a presidente do Brasil olha para as pessoas, tanto aquelas menos assistidas, quanto os funcionários públicos de suas proximidades, estes, normalmente tratados aos gritos, entre broncas e rasteirices verborrágicas, conforme é notoriamente noticiado.

Faltam-lhe algumas coisas, e me arrisco a sugerir um analista, um psiquiatra, talvez uma nova aventura marital, se rolar um candidato, sei lá, qualquer coisa que possa incutir alguma emoção nessa moça.
Ave, baião de dois. Te lo saludo, bichim.




Por: Luiz Saul Pereira
        Jornalista

4 comentários:

  1. Já voltou? Cabra bom...

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  2. Eudes Almeida dos Santos17 de novembro de 2015 05:04

    Essa tal presidenta Dilma é uma mulher dura, sem coração e representa o que tem de pior na classe feminina.

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    1. José Geraldo Farias18 de novembro de 2015 07:13

      Miserável!!! Vai pagar nas profundezas do inferno. Essa bicha está completamente doida, não diz mais coisa com coisa. Desgraçada!!!

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  3. FERDINANDO MAGALHÃES18 de novembro de 2015 07:10

    ESSA MULHER É UMA VERGONHA. NÃO TEM NADA DE SENSIBILIDADE. NÃO FOI Á TOA QUE EMPUNHOU ARMAS PESADAS PARA EXECUTAR ASSALTOS A BANCOS. FORA DILMA, FORA LULA, FORA QUADRILHA DO PT.

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