Foi-se 2013, com todo mundo se abraçando, se beijando e se elogiando.Agora acabou a festa! A selva está de volta.
Por ser eleitoral, o ano começará antes do carnaval. Já contamos as vítimas das enchentes, órfãs da gestão pública, numa estória que se repete, sem o cumprimento das emocionadas promessas de solução. As encostas e morros fluminenses, mineiros, e vales capixabas continuam como dantes. E ainda virão as águas de março.
Neste ano a D. Dilma viajará muito, especialmente para Minas Gerais e Pernambuco. Verbas especiais para as obras da Transnordestina e para a transposição do São Chico. Mas, não o suficiente para concluí-las, para não atrapalhar a campanha de 2018. Reforçará as bolsas isso e aquilo, e criará outras, como o recente Cartão Desastre, dentro da sua “generosidade” programada e programática. Para descolar a sua imagem dos escândalos, escassearão os discursos em favor dos mensaleiros.
Por falta de qualificação na oposição, tenderá a ser, infelizmente, reeleita no primeiro turno, para mais 4 anos martirizantes, além de preparar cadeira para o retorno do seu mentor, ou de uma de suas invenções.
Os sem memória reelegerão deputados e senadores para a da súcia do Congresso, tipo Renan, Sarney, José Carlos Araújo, o lixador da opinião pública, e outros imprestáveis.O ronco das ruas voltará turbinado pela campanha, e por isso sem a legitimidade do voluntariado de 2013.
A OAB e o pessoal dos direitos humanos continuarão alheios à precariedade carcerária reinante, e se manterão distantes dos usuários de drogas. Não dão holofotes.
O custo Brasil continuará enorme, porque o ventríloquo Mantega é pequeno; continuaremos sem investimento em infraestrutura. Os estádios biliardários continuarão em reforma e os aeroportos repetirão o caos.
Acaso o Brasil ganhe a Copa, o êxito será atribuído ao Governo da “pé quente” Dilma, como fez o “intrépido” ditador Garrastazu Médici.De bom, a perspectiva de o Francisco botar a sua Igreja de joelhos, como deveria estar. Também continuo confiando em Joaquim Barbosa.
Por último, não sei se os cabelos do Renan vão crescer. Pior que isso, só 2015, o ano do acerto e do aperto.Enquanto isso, o Prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, termina a gestão com um gasto de R$1,5 bilhão do próprio bolso.
Luiz Saul brindando conosco 2014
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Que em 2014 o senhor Luiz Saul Pereira continue firme postando matérias esclarecedoras com sempre faz.
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ExcluirNÃO TENHO MUITAS ILUSÕES COM O ANO NOVO QUE CHEGA ENQUANTO HOUVER ESSE BANDO PETISTA GOVERNANDO O PAÍS. FORA PT !!!!!!
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