| Fundo Partidário. |
Todo o mundo certamente já ouviu a expressão “jogar para a torcida”, né? Mas, bom mesmo é ver a prática.Pois, os partidos políticos brasileiros “trabalharam” na surdina para aumentar o valor do Fundo Partidário.
Aí relator Romero Jucá, o perpétuo, jogando para a plateia partidária, propôs medida logo aprovada para a multiplicação do Fundo, no processo de dilapidação do erário.
Aí, a dilma jogou que ia vetar. Aí, ao invés de vetar, a dilma sancionou a imoralidade. Aí, o Renan jogou que a dilma fez o que havia de pior ao sancionar o Orçamento com aquela excrescência, em meio a uma crise nacional. Aí, novamente o Renan jogou dizendo que o seu partido iria abdicar de parte das verbas. Aí, o Temer jogou que a subtração de quase um bilhão do orçamento não iria prejudicar os ajustes do Levy. Aí, o Temer jogou de novo que a dilma iria cortar as despesas, não liberando o valor aprovado. Aí, todos os partidos que pressionaram pelo aumento ficaram na moita, posando de inocentes.
Aí os jogadores foram informados de que se tratando de verbas aprovadas para um Fundo, não podia ser contingenciada. Uma vez aprovado, o dinheiro ficaria à disposição, quer dizer, saia do Tesouro, sem volta.
Aí, no outro lado da rua, a proposta de 2013 do jogador Eduardo Cunha para a limitação do número de ministérios, em 20, tem a admissibilidade constitucional aprovada pelos jogadores da Comissão de Constituição e Justiça. Uma apoteótica jogada que se insere na fustigação do Cunha à dilma para o delírio de grande parte da plateia.
Aí, a sociedade toma todas as bolas nas costas.

Eita "Minino" lindo! Sabe quem fez? Papai e Mamãe
ResponderExcluirMeu PAI! Espetáculo !
ResponderExcluirGostei muito!
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